Já viram "Shrek"? Pois bem, o título do texto foi tirado da fala do "Burro", personagem o qual mencionou por duas vezes as palavras acima durante o filme (no I). Quero avisá-los também que o objetivo do post não tem a mínima relação, quanto à amplitude, com o sentido empregado na fala da personagem. Encerro minhas costumeiras explicações, partirei ao que interessa.
No conto de fadas, as palavras foram utilizadas para descrever a atração sofrida pela "Dragoa" em relação ao já citado personagem quadrúpede, veja como esse magnetismo está presente. Nas relações humanas isso acontece ocasionalmente, e da mesma forma errada com que ocorreu no conto de fadas percebo que entre humanos o magnetismo atua com o objetivo de unir seres de pólos diferentes, de fato, essa é a intenção do imã, unir um pólo positivo do negativo "Burro e Dragoa", quantas vezes não nos sentimos ligados às pessoas erradas? Por que elas são diferentes? Sim. Então o imã está funcionando? Não! Infelizmente existe uma diferença mastodôntica entre relações humanas e eletromagnéticas (por algum motivo considero as eletromagnéticas mais simples =D), os humanos possuem mais de dois pólos, existem infinidades de pólos com cargas desconhecidas, cabe a nós escolher, ou deixar que escolham, algum ser que preencha a maioria dos pontos de atração. Pois então, nós não somos objetos imóveis no espaço, logo nossos movimentos alteram a posição em que estamos localizados. Nada podemos fazer mesmo quando tentando nos manter unidos por forças atrativas. Nossos corpos giram em torno de uma infinidade de lixos. As chances de continuarmos unidos a outro corpo pelo resto de nossa existência são mínimas, porém o contrário é muito provável.
Talvez dessa forma, e com uma pequena ajuda de Murphy, eu consiga explicar nossa incrível capacidade de ser imantado por outro corpo com baixa afinidade magnética. Veja bem, cada um de nós possui uma infinidade de pólos, eles podem conter cargas elevadíssimas em alguns, se encontrarmos semelhante no qual está em posição privilegiada exatamente com cargas de sinal contrária as nossas naquele momento a atração será forte, entretanto, Murphy fez questão de mostrar que nada dá certo nesse mundo. O corpo próximo ao nosso, que sofreu aquela bruta atração, provavelmente, possuía apenas aqueles pólos agradáveis, não demora muito, entramos em processo de repulsão. Temos também o azar de estamos localizados em áreas onde nosso conjunto de pólos, até corresponde com a outra parte, contudo, acabamos perdendo a oportunidade devido à falta de proximidade (posição), ou de aproximação (iniciativa/ímpeto).
Acho que ninguém deve ter entendido as comparações, mesmo assim estou feliz em ter me expressado podendo estabelecer nexos com um assunto que tanto gosto. Esse curso de engenharia ainda acaba comigo. Boa noite. A propósito, que cor está o fundo do blog agora? Segui a pesquisa da Autodesk que me foi apresentada, mas não sei se está da cor correta, está um "creme"?
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Por Que O Fundo do Blog é Preto?
Já houve assunto semelhante, tive de retornar por motivo de causa maior.
Deveria ter explicado isso mais no início do blog, agora acabei descobrindo que falta de explicações fizeram algumas pessoas ter ideias erradas a respeito do conteúdo.
Tive ciência da necessidade de escrever isso devido à pergunta de uma amiga, um belo dia ela chega, e me pergunta:
-Tu escreves umas piras emo, né?
Intrigado com aquilo, retruquei com outra pergunta:
-Por quê? Que post tu leu e achou emo? Melhor me matar (sarcasmo com risos)
Após mover os lábios para dar uma risada superficial, ela deixa tudo claro:
-Ah, nenhum, achei isso porque é todo preto.
Tentei não demonstrar minha indignação, entretanto foi meio notório. Achei tão divertido julgar-me pela cor de fundo do blog, vi como o conteúdo pode ser totalmente menosprezado em certos momentos, aqui eu poderia divagar por linhas sobre a nova e podre legião da música nacional, porém não vejo precisão em entrar no assunto.
Bom, então vou descrever a resposta que dei a garota de uma forma um pouco mais formal.
"Olha, 'Fulana', antes de tu ter dito isso poderia ter lido o que estava escrito. Mas já que isso não foi possível, vou te dizer o motivo... é simples, já tentou ficar lendo textos no Word? Aquele fundo branco quase cega após 2 minutos, eu sei que pode parecer frescura, mas o fundo preto ajuda a não cansar os olhos. E no meu caso, que é um blog pouco acessado, imagine a paciência das pessoas em leram algo que cansa os olhos!"
Acho que estava certo, ela não leu por um motivo tão besta, imagine se for por algo realmente incomodativo...
Então, acho que a resposta simplificada seria: Conforto Ocular.
Mais uma explicação dada, posso dormir em paz. Até a próxima "MiGuXxOoOoS".
PS: eu sou legal, por incrível que pareça, eu lembrei-me de ti, feliz aniversário guri-irmão.
Deveria ter explicado isso mais no início do blog, agora acabei descobrindo que falta de explicações fizeram algumas pessoas ter ideias erradas a respeito do conteúdo.
Tive ciência da necessidade de escrever isso devido à pergunta de uma amiga, um belo dia ela chega, e me pergunta:
-Tu escreves umas piras emo, né?
Intrigado com aquilo, retruquei com outra pergunta:
-Por quê? Que post tu leu e achou emo? Melhor me matar (sarcasmo com risos)
Após mover os lábios para dar uma risada superficial, ela deixa tudo claro:
-Ah, nenhum, achei isso porque é todo preto.
Tentei não demonstrar minha indignação, entretanto foi meio notório. Achei tão divertido julgar-me pela cor de fundo do blog, vi como o conteúdo pode ser totalmente menosprezado em certos momentos, aqui eu poderia divagar por linhas sobre a nova e podre legião da música nacional, porém não vejo precisão em entrar no assunto.
Bom, então vou descrever a resposta que dei a garota de uma forma um pouco mais formal.
"Olha, 'Fulana', antes de tu ter dito isso poderia ter lido o que estava escrito. Mas já que isso não foi possível, vou te dizer o motivo... é simples, já tentou ficar lendo textos no Word? Aquele fundo branco quase cega após 2 minutos, eu sei que pode parecer frescura, mas o fundo preto ajuda a não cansar os olhos. E no meu caso, que é um blog pouco acessado, imagine a paciência das pessoas em leram algo que cansa os olhos!"
Acho que estava certo, ela não leu por um motivo tão besta, imagine se for por algo realmente incomodativo...
Então, acho que a resposta simplificada seria: Conforto Ocular.
Mais uma explicação dada, posso dormir em paz. Até a próxima "MiGuXxOoOoS".
PS: eu sou legal, por incrível que pareça, eu lembrei-me de ti, feliz aniversário guri-irmão.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
O Sol
Como explicar o momento em que pensei em escrever esse post? Antes de tudo, antes até mesmo de raciocinar estava com uma imensa raiva do Sol - desse magnífico astro que nos visita todos os dias e se despede marcando o fim de tarde com sua beleza por quase todos admirados - que absurdo ter feito isso. Deveria estar com raiva de mim, por ter escolhido o lado errado do ônibus, com isso viajei durante quarenta minutos com um Sol torrando o meu rosto.
Teve um bom lado nessa história, pela primeira vez tive noção da beleza dessa estrela e como deveria ser mais grato a ela, a insolação é o de menos.
Cientificamente, o que é o Sol? Bom, o Sol é uma estrela de quinta grandeza, localizado na Via Láctea, sua temperatura a torna inabitável, sua massa é composta basicamente de hidrogênio, ≅(aproximadamente)1,19 x 10^57 átomos, sua presença é de vital importância para a vida no planeta.
Sei que isso tudo é verdade, mas do meu ponto de vista filosófico é bem mais (agora virei filósofo, haha), veja como é belo, se é uma criação tão grande que desperta o raciocínio em alguém é porque está longe de ser apenas uma grande bola de fogo ambulante pronta para explodir. Claro que atribuições místicas são de praxe, entretanto, não me apego a elas, o fogo encanta a humanidade desde sua descoberta, quem nunca admirou uma fogueira em um acampamento/luau? Fico imaginando isso em uma escala monstruosa, penso em como sua grandeza poderia refletir em meu mundo. Toda essa galáxia não surgiu do acaso, pelo menos eu me recuso a acreditar nisso, pra expressar minha opinião só deixo a possibilidade que acredito: Seleção Natural, apesar do nome, NÃO é ao acaso e parcialmente na teoria do Desing Elegante.
Agora vamos a toda história, eu precisava ir ao centro, com isso fui até o terminal de ônibus (diferente de rodoviária), o terminal próximo a minha casa é ponto final de quase todas as linhas, logo, se esperar, consigo bancos para ir sentado a qualquer local. Podem dizer que eu moro longe, portanto algumas vezes eu demoro quarenta minutos até chegar ao centro da cidade, com isso ficar sentado é fundamental para não cansar, esperei a droga do ônibus e não calculei para que lado estaria o Sol, 14:00 (horário de verão), aquele calor dos infernos e eu sentei justo do lado impiedoso. Assim que a viajem começou percebi que tinha tomado uma péssima decisão, a luminosidade me impedia completamente de abrir os olhos, morrendo de calor, com sono e com raiva de mim mesmo.
Mesmo com todos esses agravantes, consegui me concentrar. Percebi o quanto estava sendo injusto com nossa fonte de ativação da Vitamina D, eu ali, reclamando do Sol queimando meu couro cabeludo, porém sem lembrar os habitantes de locais onde ficam duas estações sem ao menos relembrar o que é uma fonte natural de luz, se não nos sonhos. O privilégio que nós temos ao ter esse enorme astro sobre nossas cabeças (se bem que aqui fica levemente inclinado pro nordeste/noroeste) parece tão banal que por vezes desprezados, a vida depende tanto dessa luminosidade, essas mesmas pessoas que não veem a luz do dia moram em territórios onde o índice de suicídios é elevadíssimo, principalmente nessas épocas. Tudo bem, a vida não depende do Sol só por isso, mas isso todos já sabem, não vejo necessidade de ficar falando.
Estou viajando nessas letras, assim como viajei longe no meio do caminho, meu olhar estava tão perdido, queria que tirassem uma foto, esses momentos que valem mais e que são tudo no dia de uma pessoa, fico abestado quando penso que poderia deixar tudo de lado e viver nessa calma, pena que não devemos.
Meu rosto está vermelho e piscar causa-me uma sensação estranha, tá mara. Boa noite.
Teve um bom lado nessa história, pela primeira vez tive noção da beleza dessa estrela e como deveria ser mais grato a ela, a insolação é o de menos.
Cientificamente, o que é o Sol? Bom, o Sol é uma estrela de quinta grandeza, localizado na Via Láctea, sua temperatura a torna inabitável, sua massa é composta basicamente de hidrogênio, ≅(aproximadamente)1,19 x 10^57 átomos, sua presença é de vital importância para a vida no planeta.
Sei que isso tudo é verdade, mas do meu ponto de vista filosófico é bem mais (agora virei filósofo, haha), veja como é belo, se é uma criação tão grande que desperta o raciocínio em alguém é porque está longe de ser apenas uma grande bola de fogo ambulante pronta para explodir. Claro que atribuições místicas são de praxe, entretanto, não me apego a elas, o fogo encanta a humanidade desde sua descoberta, quem nunca admirou uma fogueira em um acampamento/luau? Fico imaginando isso em uma escala monstruosa, penso em como sua grandeza poderia refletir em meu mundo. Toda essa galáxia não surgiu do acaso, pelo menos eu me recuso a acreditar nisso, pra expressar minha opinião só deixo a possibilidade que acredito: Seleção Natural, apesar do nome, NÃO é ao acaso e parcialmente na teoria do Desing Elegante.
Agora vamos a toda história, eu precisava ir ao centro, com isso fui até o terminal de ônibus (diferente de rodoviária), o terminal próximo a minha casa é ponto final de quase todas as linhas, logo, se esperar, consigo bancos para ir sentado a qualquer local. Podem dizer que eu moro longe, portanto algumas vezes eu demoro quarenta minutos até chegar ao centro da cidade, com isso ficar sentado é fundamental para não cansar, esperei a droga do ônibus e não calculei para que lado estaria o Sol, 14:00 (horário de verão), aquele calor dos infernos e eu sentei justo do lado impiedoso. Assim que a viajem começou percebi que tinha tomado uma péssima decisão, a luminosidade me impedia completamente de abrir os olhos, morrendo de calor, com sono e com raiva de mim mesmo.
Mesmo com todos esses agravantes, consegui me concentrar. Percebi o quanto estava sendo injusto com nossa fonte de ativação da Vitamina D, eu ali, reclamando do Sol queimando meu couro cabeludo, porém sem lembrar os habitantes de locais onde ficam duas estações sem ao menos relembrar o que é uma fonte natural de luz, se não nos sonhos. O privilégio que nós temos ao ter esse enorme astro sobre nossas cabeças (se bem que aqui fica levemente inclinado pro nordeste/noroeste) parece tão banal que por vezes desprezados, a vida depende tanto dessa luminosidade, essas mesmas pessoas que não veem a luz do dia moram em territórios onde o índice de suicídios é elevadíssimo, principalmente nessas épocas. Tudo bem, a vida não depende do Sol só por isso, mas isso todos já sabem, não vejo necessidade de ficar falando.
Estou viajando nessas letras, assim como viajei longe no meio do caminho, meu olhar estava tão perdido, queria que tirassem uma foto, esses momentos que valem mais e que são tudo no dia de uma pessoa, fico abestado quando penso que poderia deixar tudo de lado e viver nessa calma, pena que não devemos.
Meu rosto está vermelho e piscar causa-me uma sensação estranha, tá mara. Boa noite.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Garota a Milhares de Anos Luz
Tu? Mas como pode?
Pensei ter-me livrado de ti
Apaguei-te de todas as maneiras possíveis,
porém retorna, para meus braços...
nunca, de forma alguma.
Aquele tempo se foi,
hoje recito versos vagos ao seu respeito,
imagino um passado real,
não por isso menos belo e platônico.
Que tais lembranças me sejam breves.
O sonho agora é meu desejo,
a insônia é minha cura para tal loucura,
entretanto ela me destrói.
Deixe-me com o que me resta
e volte para sua verdadeira cena.
Jamais negaria o prazer.
Esse que sinto na inércia de seus movimentos.
Sei que a tristeza também a assola,
infeliz sou por não poder fazer nada,
pois tu estás, a milhares de anos luz.
*
Nesse post tentei não escrever nada como introdução, consegui. Entretanto não me despedir foi impossível, não seria eu se não desse o meu rotineiro... Boa noite.
Pensei ter-me livrado de ti
Apaguei-te de todas as maneiras possíveis,
porém retorna, para meus braços...
nunca, de forma alguma.
Aquele tempo se foi,
hoje recito versos vagos ao seu respeito,
imagino um passado real,
não por isso menos belo e platônico.
Que tais lembranças me sejam breves.
O sonho agora é meu desejo,
a insônia é minha cura para tal loucura,
entretanto ela me destrói.
Deixe-me com o que me resta
e volte para sua verdadeira cena.
Jamais negaria o prazer.
Esse que sinto na inércia de seus movimentos.
Sei que a tristeza também a assola,
infeliz sou por não poder fazer nada,
pois tu estás, a milhares de anos luz.
*
Nesse post tentei não escrever nada como introdução, consegui. Entretanto não me despedir foi impossível, não seria eu se não desse o meu rotineiro... Boa noite.
sábado, 14 de novembro de 2009
Desistir
O prazo está chegando ao fim, não conseguimos cumprir nossas promessas, para falar a verdade, nem sei mais se quero. Quanto a sua vontade, prefiro me calar, já desisti de tentar compreendê-la, sua impersonalidade diante dos fatos me intriga, me faz pensar.
As pessoas devem mudar muito, eu não consigo acompanhá-las, suas conversas, imagens congeladas, até mesmo a personalidade se modificou, não estou pronto para aceitar, imagino hoje se tu já eras desse jeito, e uma ilusão qualquer me cegou por longos momentos. São sempre hipóteses, nunca chegarei a uma conclusão dessa forma... o melhor que tenho a fazer é esquecer, vai ver dessa forma eu possa não reconhecê-la da próxima vez, quem sabe até lá estejamos preparados. A quem estou querendo enganar? "esquecê-la", que piada estúpida, esse plano foi ridículo.
Bom, não houve nada de "melhor" nessa ideia, querem saber? O melhor mesmo é desistir! Autocontrole não é difícil de aperfeiçoar, melhor ainda que desistir é parar com isso, vou dormir, isso sim me ajudará em algo. Aliás, é o melhor presente de aniversário que eu possa me dar.
Feriado no domingo, legal (Y) Boa noite.
As pessoas devem mudar muito, eu não consigo acompanhá-las, suas conversas, imagens congeladas, até mesmo a personalidade se modificou, não estou pronto para aceitar, imagino hoje se tu já eras desse jeito, e uma ilusão qualquer me cegou por longos momentos. São sempre hipóteses, nunca chegarei a uma conclusão dessa forma... o melhor que tenho a fazer é esquecer, vai ver dessa forma eu possa não reconhecê-la da próxima vez, quem sabe até lá estejamos preparados. A quem estou querendo enganar? "esquecê-la", que piada estúpida, esse plano foi ridículo.
Bom, não houve nada de "melhor" nessa ideia, querem saber? O melhor mesmo é desistir! Autocontrole não é difícil de aperfeiçoar, melhor ainda que desistir é parar com isso, vou dormir, isso sim me ajudará em algo. Aliás, é o melhor presente de aniversário que eu possa me dar.
Feriado no domingo, legal (Y) Boa noite.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Buscando a Superioridade, Não a Igualdade
Feminismo. Segundo o Aurélio: é um discurso intelectual, filosófico e político que tem como meta os direitos iguais e a proteção legal às mulheres. Envolvem diversos movimentos, teorias e filosofias, todas preocupadas com as questões relacionadas às diferenças entre os gêneros, e advogam a igualdade para homens e mulheres e a campanha pelos direitos das mulheres e seus interesses.
Há décadas a discussão a respeito da igualdade de direitos para ambos os sexos vem sendo travada. Acordos já foram feitos, injustiças corrigidas e direitos fixados. Entretanto a guerra entre defensores (as?) dos cromossomos XY e defensoras (es) dos XX ainda está longe de terminar, um assunto que envolve tantos setores humanos, entre eles: filosófico, cultural, social, religioso, político, conjugal e militar, mereceria mais espaço em nossa mídia, pelo menos de forma mais clara e explicativa, talvez isso devesses ser considerado como a terceira, e interminável, guerra mundial.
Comecemos pelas piadas - a parte com a qual mais me identifico e faço uso - convenhamos que piadas machistas são mais engraçadas. Veja bem, não estou dizendo, de forma alguma, que defendo o machismo, não o sou, apenas o considero engraçado, principalmente as piadas. Quanto ao feminismo, não vejo graça, até nisso as mulheres ficam atrás (viu? isso foi uma piada), dita ao vivo é mais engraçada, admito. Mesmo porque falo com tom de brincadeira, se uma fêmea contasse a, invertendo as partes, primeiro que deixaria de ser uma piada, e o tom provavelmente seria de superioridade, no mínimo perderia o humor.
Agora, na área política. Ninguém nunca ouviu uma candidata, em vez de expor suas propostas, simplesmente dizer:
- "Nós mulheres temos que nos unir e participar da política!"
Alguém já ouviu? Se não assim algo semelhante. Eu já, várias vezes. Tudo bem, as mulheres devem mesmo participar da vida pública, porém jamais deveriam justificar o sexo como um de seus motivos para tal, nunca deveriam utilizar-se de seu gênero para obter votos. Pelo contrário, deveria ignorar esse fato, demonstrar propostas concretas e não se rebaixar a esse ponto. Para não dizer nenhuma, vi apenas uma candidata fazer isso, Heloísa Helena, do PSOL, essa sim defendia suas propostas, e recentemente, Marina Silva, do PV. Veremos se ela irá concretizar essa mudança e fará com que eu me cale. Por mais irônico que isso soe, espero que ela o faça.
Às vezes sou incrivelmente exagerado, tudo isso porque uma garota retardada me irritou em uma conversa inesperada. Desisto.
Há décadas a discussão a respeito da igualdade de direitos para ambos os sexos vem sendo travada. Acordos já foram feitos, injustiças corrigidas e direitos fixados. Entretanto a guerra entre defensores (as?) dos cromossomos XY e defensoras (es) dos XX ainda está longe de terminar, um assunto que envolve tantos setores humanos, entre eles: filosófico, cultural, social, religioso, político, conjugal e militar, mereceria mais espaço em nossa mídia, pelo menos de forma mais clara e explicativa, talvez isso devesses ser considerado como a terceira, e interminável, guerra mundial.
Comecemos pelas piadas - a parte com a qual mais me identifico e faço uso - convenhamos que piadas machistas são mais engraçadas. Veja bem, não estou dizendo, de forma alguma, que defendo o machismo, não o sou, apenas o considero engraçado, principalmente as piadas. Quanto ao feminismo, não vejo graça, até nisso as mulheres ficam atrás (viu? isso foi uma piada), dita ao vivo é mais engraçada, admito. Mesmo porque falo com tom de brincadeira, se uma fêmea contasse a, invertendo as partes, primeiro que deixaria de ser uma piada, e o tom provavelmente seria de superioridade, no mínimo perderia o humor.
Agora, na área política. Ninguém nunca ouviu uma candidata, em vez de expor suas propostas, simplesmente dizer:
- "Nós mulheres temos que nos unir e participar da política!"
Alguém já ouviu? Se não assim algo semelhante. Eu já, várias vezes. Tudo bem, as mulheres devem mesmo participar da vida pública, porém jamais deveriam justificar o sexo como um de seus motivos para tal, nunca deveriam utilizar-se de seu gênero para obter votos. Pelo contrário, deveria ignorar esse fato, demonstrar propostas concretas e não se rebaixar a esse ponto. Para não dizer nenhuma, vi apenas uma candidata fazer isso, Heloísa Helena, do PSOL, essa sim defendia suas propostas, e recentemente, Marina Silva, do PV. Veremos se ela irá concretizar essa mudança e fará com que eu me cale. Por mais irônico que isso soe, espero que ela o faça.
Às vezes sou incrivelmente exagerado, tudo isso porque uma garota retardada me irritou em uma conversa inesperada. Desisto.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Hoje a Noite Não Tem Luar
Acabo de voltar de viagem, essas são as lembranças:
"Ela passou do meu lado.
-Oi, amor - eu lhe falei - você está tão sozinha.
Ela então sorriu pra mim. Foi assim que a conheci, naquele dia junto ao mar. As ondas vinham beijar a praia, o sol brilhava de tanta emoção. Um rosto lindo como o verão e um beijo aconteceu.
Encontramos-nos à noite, passeamos por aí e num lugar escondido, outro beijo lhe pedi.
Lua de prata no céu, o brilho das estrelas no chão. Tenho certeza que não sonhava, a noite linda continuava e a voz tão doce que me falava:
-O mundo pertence a nós.
E hoje a noite não tem luar e eu estou sem ela, já não sei onde procurar, não sei onde ela está.
Hoje a noite não tem luar, e eu estou sem ela, já não sei onde procurar.
Onde está meu amor?"
MENUDO. Hoje a Noite Não Tem Luar (Nova Interpretação).
*
Ela tinha nome, e não era Fátima, nem mesmo Mônica, muito menos Eduardo. Seu nome era, aliás, é, Bia. Apesar de incrivelmente desafinada e pertencer a uma unidade de federação da qual vivo a sacanear, ela se inclui na lista de uma das pessoas mais lindas e graciosas que tive a oportunidade de conhecer.
Afinal, preciso pedir desculpas às datas comemorativas, jamais esquecerei essa e a formosa donzela que a acompanhou.
"Ela passou do meu lado.
-Oi, amor - eu lhe falei - você está tão sozinha.
Ela então sorriu pra mim. Foi assim que a conheci, naquele dia junto ao mar. As ondas vinham beijar a praia, o sol brilhava de tanta emoção. Um rosto lindo como o verão e um beijo aconteceu.
Encontramos-nos à noite, passeamos por aí e num lugar escondido, outro beijo lhe pedi.
Lua de prata no céu, o brilho das estrelas no chão. Tenho certeza que não sonhava, a noite linda continuava e a voz tão doce que me falava:
-O mundo pertence a nós.
E hoje a noite não tem luar e eu estou sem ela, já não sei onde procurar, não sei onde ela está.
Hoje a noite não tem luar, e eu estou sem ela, já não sei onde procurar.
Onde está meu amor?"
MENUDO. Hoje a Noite Não Tem Luar (Nova Interpretação).
*
Ela tinha nome, e não era Fátima, nem mesmo Mônica, muito menos Eduardo. Seu nome era, aliás, é, Bia. Apesar de incrivelmente desafinada e pertencer a uma unidade de federação da qual vivo a sacanear, ela se inclui na lista de uma das pessoas mais lindas e graciosas que tive a oportunidade de conhecer.
Afinal, preciso pedir desculpas às datas comemorativas, jamais esquecerei essa e a formosa donzela que a acompanhou.
domingo, 1 de novembro de 2009
O Meu Conto de Fadas
Era uma vez, um garoto apaixonado por uma garota.
Certo dia, em uma de suas conversas, o garoto jurou seu amor eterno à sua paixão.
Quis o destino que os dois se separassem, porém a força do amor fez com que esse belo romance não morresse.
Alguns anos depois o reencontro foi marcado, assim como na separação, por obra do acaso. Com essa nova chance, concedida pelo divino, resolveram casar-se. Foi o que ocorreu, uniram-se no sagrado matrimonio.
Fim. Ou melhor, e todos viveram FELIZES PARA SEMPRE!
Na boa? Tive vontade de interromper essa narrativa já no primeiro parágrafo, lá por volta das palavras "garoto" e "apaixonado". Como que apresentam esse tipo de literatura a uma criança e esperam que ela adquira hábitos de leitura? Ok, isso não vem ao caso. O que eu gostaria era de interpretar essa estória por mim mesmo criado, nesse momento. Sem querer tocar no assunto do "era uma vez", vou direto ao ponto do fluxo dos continhos, se encontram, separam-se por algum motivo e acabam juntos, até aí, tudo bem, acontece com frequência, agora, o que me entristece é o fato de todo o percurso se suceder por obra do acaso, sempre através das coincidências, por vezes, até pior, usamos lógicas sobrenaturais, fazendo-me crer que a evolução de tudo (estória) foi ao acaso. Não, isso me decepciona, não devemos associar NADA ao acaso, buscamos esse recurso somente quando estamos com preguiça por ser cômodo. Portanto, meu respeito por algo feito de mau-gosto é nulo.
Lindo ver como as coisas fluem maravilhosamente bem nos contos, inclusive entra aqui algo que acabo fazendo, mas, de certo modo, desprezo: a generalização. Inacreditável como TODOS acabam felizes, e mais PARA SEMPRE. Uma babaquice mastodôntica, na minha humilde opinião. Será que no meio de toda essa eternidade e espaço onde "todos" vivem não há um indivíduo infeliz? E quanto às outras paixões possivelmente despertadas? E os malvadinhos que ficaram vivos? Sim, porque sempre há um carinha mau nessas estórias. E por que diabos isso é importante para mim?
Não sei vocês, mas eu já tive vontade de modificar tantos desses contos... essa é minha chance, o conto é meu e ninguém vai me processar. RÁ.
Final alternativo I - Após sua separação, tudo ficou mais difícil, mesmo ambos terem adicionado o outro no MSN as histórias e os assuntos passaram a ficar escassos, com isso, o contato foi se perdendo, até que um dia. Tão desconhecido por nós, quanto por eles, o esquecimento falou mais alto em relação à lembrança e os caminhos resolveram não mais se cruzar. E ambos construíram suas vidas. (realista e atual).
Final alternativo II - quando os assuntos passaram a ser raridade, decidiram reencontrar-se, mesmo inesperado, as reações foram as melhores, todavia, havia impedimentos, resolveram, mesmo assim, a permanecer juntos, problemas assombraram essa relação por anos, entretanto, a união - em uma fase totalmente independente da vida - concretizou-se e a felicidade os assolou por décadas a fio. (variação do I, mais romântico, mas ainda atual).
Poderia ficar por horas inventando finais alternativos, porém não é minha intenção, esses dois já demonstraram tudo, de como o destino e o acaso são para os fracos. A verdade é que devemos tudo às escolhas, por vezes falhamos, como não podemos jogar a culpa em nada que contra-argumente, usamos o destino como bode-espiatório, com isso nos habituamos a tomar essa atitude em todos os momentos, inclusive nos casos bons. Os exemplos mostram também o ego dos protagonistas elevado ao infinito, impressionante como costumamos desvalorizar completamente os coadjuvantes, como se o valor deles realmente fosse nulo.
Como tudo que eu lembrei e que considerava importante foi dito, posso me despedir com algumas bobagens. Percebi nesses últimos dias que ando me referindo a minha pessoa não como "eu", mas sim como "nós", ou então "a gente". Pior ainda, minha rotina de falar sozinho está cada vez mais visitada, agora todas as vezes que começo um monólogo, logo imagino alguém conhecido, e também percebi que ando mexendo os lábios ao pensar nas conversas, inclusive enquanto escrevia este texto, o problema disso é que, por vezes, costumo não apenas mover a boca, sai vozes dela. Últimas considerações? Por que diabos eu ainda falo "por que diabos?"? E podem ser sinceros. "bode-espiatório" foi estranhíssimo. Hehe. Meretriz fezes! Mais um feriado. Boa noite pessoal.
Certo dia, em uma de suas conversas, o garoto jurou seu amor eterno à sua paixão.
Quis o destino que os dois se separassem, porém a força do amor fez com que esse belo romance não morresse.
Alguns anos depois o reencontro foi marcado, assim como na separação, por obra do acaso. Com essa nova chance, concedida pelo divino, resolveram casar-se. Foi o que ocorreu, uniram-se no sagrado matrimonio.
Fim. Ou melhor, e todos viveram FELIZES PARA SEMPRE!
Na boa? Tive vontade de interromper essa narrativa já no primeiro parágrafo, lá por volta das palavras "garoto" e "apaixonado". Como que apresentam esse tipo de literatura a uma criança e esperam que ela adquira hábitos de leitura? Ok, isso não vem ao caso. O que eu gostaria era de interpretar essa estória por mim mesmo criado, nesse momento. Sem querer tocar no assunto do "era uma vez", vou direto ao ponto do fluxo dos continhos, se encontram, separam-se por algum motivo e acabam juntos, até aí, tudo bem, acontece com frequência, agora, o que me entristece é o fato de todo o percurso se suceder por obra do acaso, sempre através das coincidências, por vezes, até pior, usamos lógicas sobrenaturais, fazendo-me crer que a evolução de tudo (estória) foi ao acaso. Não, isso me decepciona, não devemos associar NADA ao acaso, buscamos esse recurso somente quando estamos com preguiça por ser cômodo. Portanto, meu respeito por algo feito de mau-gosto é nulo.
Lindo ver como as coisas fluem maravilhosamente bem nos contos, inclusive entra aqui algo que acabo fazendo, mas, de certo modo, desprezo: a generalização. Inacreditável como TODOS acabam felizes, e mais PARA SEMPRE. Uma babaquice mastodôntica, na minha humilde opinião. Será que no meio de toda essa eternidade e espaço onde "todos" vivem não há um indivíduo infeliz? E quanto às outras paixões possivelmente despertadas? E os malvadinhos que ficaram vivos? Sim, porque sempre há um carinha mau nessas estórias. E por que diabos isso é importante para mim?
Não sei vocês, mas eu já tive vontade de modificar tantos desses contos... essa é minha chance, o conto é meu e ninguém vai me processar. RÁ.
Final alternativo I - Após sua separação, tudo ficou mais difícil, mesmo ambos terem adicionado o outro no MSN as histórias e os assuntos passaram a ficar escassos, com isso, o contato foi se perdendo, até que um dia. Tão desconhecido por nós, quanto por eles, o esquecimento falou mais alto em relação à lembrança e os caminhos resolveram não mais se cruzar. E ambos construíram suas vidas. (realista e atual).
Final alternativo II - quando os assuntos passaram a ser raridade, decidiram reencontrar-se, mesmo inesperado, as reações foram as melhores, todavia, havia impedimentos, resolveram, mesmo assim, a permanecer juntos, problemas assombraram essa relação por anos, entretanto, a união - em uma fase totalmente independente da vida - concretizou-se e a felicidade os assolou por décadas a fio. (variação do I, mais romântico, mas ainda atual).
Poderia ficar por horas inventando finais alternativos, porém não é minha intenção, esses dois já demonstraram tudo, de como o destino e o acaso são para os fracos. A verdade é que devemos tudo às escolhas, por vezes falhamos, como não podemos jogar a culpa em nada que contra-argumente, usamos o destino como bode-espiatório, com isso nos habituamos a tomar essa atitude em todos os momentos, inclusive nos casos bons. Os exemplos mostram também o ego dos protagonistas elevado ao infinito, impressionante como costumamos desvalorizar completamente os coadjuvantes, como se o valor deles realmente fosse nulo.
Como tudo que eu lembrei e que considerava importante foi dito, posso me despedir com algumas bobagens. Percebi nesses últimos dias que ando me referindo a minha pessoa não como "eu", mas sim como "nós", ou então "a gente". Pior ainda, minha rotina de falar sozinho está cada vez mais visitada, agora todas as vezes que começo um monólogo, logo imagino alguém conhecido, e também percebi que ando mexendo os lábios ao pensar nas conversas, inclusive enquanto escrevia este texto, o problema disso é que, por vezes, costumo não apenas mover a boca, sai vozes dela. Últimas considerações? Por que diabos eu ainda falo "por que diabos?"? E podem ser sinceros. "bode-espiatório" foi estranhíssimo. Hehe. Meretriz fezes! Mais um feriado. Boa noite pessoal.
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